Goma Gringa

7" Orchestre Rail-Band de Bamako

Reedição do compacto ultra-raro da banda maliana culta Orchestre Rail Band de Bamako com:

. "Moko Diolo" no lado A. Lindo, extenso, viajante e profundo afro-jazz com seções rítmicas super funky, excelente guitarra garagem e fantásticas vozes hipnóticas!

. "Tama Diyara Mali Deun La" no lado B. Uma faixa afro-funk pesadíssima com solo de saxofone e breaks de bateria assassinos! Sem dúvida uma aposta segura para as pistas.



Ouça

O Rail-Band

Junto com o Bembeya Jazz (Guiné Conakry) ou o Orchestre Baobab (Senegal), o Rail Band de Bamako é uma das bandas mais prolíficas de toda a África Ocidental. Esta orquestra lendária lançou, entre outras, as carreiras de Salif Keita, Mory Kanté e Djélimady Tounkara e deixou em apenas quinze anos uma das obras mais importantes da música maliana e do oeste Africano.

Incentivado por seus superiores do Ministério dos Transportes, o chefe de estação Aly Diallo - notável multi-instrumentista - foi encarregado de desenvolver uma banda moderna e eclética para animar o Buffet da estação.
Nomeada o Orchestre Rail Band du Buffet Hôtel de la Gare de Bamako, a orquestra é criada oficialmente em outubro de 1969 sob a liderança do maestro, saxofonista e trompetista Tidiani Koné, um músico excepcional e desconhecido que era ambos um griô e um jazzman. Alcunhado de “o Miles Davis do Mali", Tidiani Koné encarnou por si só a maravilhosa modernidade e adaptabilidade da música do Mali. A ideia de Koné era tirar a música do Mali do que ele pensava ser um ciclo sem saída de imitações afro-cubanos e européias. Ele também foi o primeiro a entender que a voz de Salif Keita era de ouro puro, e não perdeu a oportunidade de recrutar o jovem cantor albino.

O Rail Band foi criada para «explorar e impulsionar o repertório Mandingo para apontar ao neoclassicismo da canção Africana». Ao combinar folclore Mandingo e Bambara, Rumba congolesa e Rhythm'n'Blues americano com Pop francês e toques de Calypso, o som da orquestra se tornou a trilha sonora de uma década de ouro na música do Mali de 1970 até o início dos anos 1980 e abriu o caminho para inúmeras orquestras do oeste africano.

O disco e a capa

• Edição brasileira limitada de 300 cópias.
• A capa, fac-símile da arte original foi impressa com 3 cores solidas (pantone) para se aproximar o mais possível da técnica de impressão da capa original.
• O papel escolhido é o lado aspero de um papel cartão alta-alvura 250gr.
• Os rótulos foram impressos com 2 cores, amarelo e Pantone Prateado.


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